sexta-feira, 31 de agosto de 2007
''E agora, José?''
E agora? O site que costumo baixar meus seriados esta fora do ar.
E sem seriadinho pra assistir com pipoca e chocolate, os 7 dias que faltam vão parecer 14.
E sem seriadinho pra assistir com pipoca e chocolate, os 7 dias que faltam vão parecer 14.
sábado, 18 de agosto de 2007
Vida e matemática
A gente passa a vida contando. Contamos quantos pontos faltam pra passar direto e sem PF, quanto dinheiro falta pra comprar aquela camiseta bonita que foi vista na vitrine, quantos minutos faltam pra encerrar o expediente do trabalho enfadonho e cansativo, quantas páginas faltam pra terminar de ler aquele livro chato, porém necessário ou até aquele livro desnecessário, que você adora e não quer terminar de ler nunca.
As calorias, os dias pro feriado chegar, as colheradas de chocolate no bolo, o dinheiro emprestado, as quadras andadas, os minutos atrasados, os pães comprados, os beijos estalados nas bochechas (sempre dois!), os dias pro feriado chegar novamente...
E tudo vira matemática, (in)felizmente (?).
Eu, a(ini)miga dos números, afirmo com convicção que faltam 20 para a felicidade.
Ok, 20 e algumas horas, mas ainda 20.
As calorias, os dias pro feriado chegar, as colheradas de chocolate no bolo, o dinheiro emprestado, as quadras andadas, os minutos atrasados, os pães comprados, os beijos estalados nas bochechas (sempre dois!), os dias pro feriado chegar novamente...
E tudo vira matemática, (in)felizmente (?).
Eu, a(ini)miga dos números, afirmo com convicção que faltam 20 para a felicidade.
Ok, 20 e algumas horas, mas ainda 20.
Do blog antigo [2]
"domingo, 4 de setembro de 2005
... Eu e meu mundo virado de cabeça pra baixo. Uma viagem pra essa semana, uma cirurgia pra outra e meu querer metido em algum lugar, mas nunca prevalece. Virei mera vítima do sistema."
Minha mania de pensar como seria se não tivesse desistido da cirurgia me leva à loucura.
Parece voltar de tempos em tempos, pra tirar meu sossego e meu sono, trazer minha covardia à tona e mostrar-me que sou mais fraca do que imagino.
Eu cansei, sabe? Cansei de pensar nisso como meu pior defeito, minha pior fraqueza, de ouvir que fui covarde o suficiente pra não lutar.
Tô aqui viva, lutando e fazendo tudo à minha maneira, isso não é lutar?
Lutar é se arriscar e ficar cheia de seqüelas, daquelas que dá desespero só de pensar?
Sinto muito, meu jeito de lutar é diferente.
Tanta intensidade às vezes me cansa, mas eu prefiro viver o meu hoje e do meu jeito.
... Eu e meu mundo virado de cabeça pra baixo. Uma viagem pra essa semana, uma cirurgia pra outra e meu querer metido em algum lugar, mas nunca prevalece. Virei mera vítima do sistema."
Minha mania de pensar como seria se não tivesse desistido da cirurgia me leva à loucura.
Parece voltar de tempos em tempos, pra tirar meu sossego e meu sono, trazer minha covardia à tona e mostrar-me que sou mais fraca do que imagino.
Eu cansei, sabe? Cansei de pensar nisso como meu pior defeito, minha pior fraqueza, de ouvir que fui covarde o suficiente pra não lutar.
Tô aqui viva, lutando e fazendo tudo à minha maneira, isso não é lutar?
Lutar é se arriscar e ficar cheia de seqüelas, daquelas que dá desespero só de pensar?
Sinto muito, meu jeito de lutar é diferente.
Tanta intensidade às vezes me cansa, mas eu prefiro viver o meu hoje e do meu jeito.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
É o velho amor ainda e sempre
A fatia de pizza e o copo com fanta uva ficaram em cima da escrivaninha.
O telefone havia tocado e veio aquela voz, aquela frase, aquele "posso ligar pra tua casa?".
E lá vou eu, toda serelepe, sem caber em mim de tanta euforia. E eu sempre fico assim, eu sempre solto aquela frase idiota "como foi o seu dia?" e meu coração sempre falta sair pela boca... tum, tum, tum, tumtum, tumtumtum!
E se eu pudesse escolher um desejo pra ser realizado, eu pediria que o sol, as nuvens e o ar de setembro sejam iguais aos daquele final de maio e início de junho.
O telefone havia tocado e veio aquela voz, aquela frase, aquele "posso ligar pra tua casa?".
E lá vou eu, toda serelepe, sem caber em mim de tanta euforia. E eu sempre fico assim, eu sempre solto aquela frase idiota "como foi o seu dia?" e meu coração sempre falta sair pela boca... tum, tum, tum, tumtum, tumtumtum!
E se eu pudesse escolher um desejo pra ser realizado, eu pediria que o sol, as nuvens e o ar de setembro sejam iguais aos daquele final de maio e início de junho.
Vc tb faz coisas toscas?
Ai, ontem Anália se pegou fazendo montagens toscas em programas que, quando abertos, fazem seu pc ficar mais tartaruga ninja que o de costume.
Pior: ela baixou um cd de qualidade duvidosa, só porque o mesmo traz retratos da infância (aquela mesma descrita aqui dias atrás).
E a menina agora se desespera com as aulas que estão pra começar; os seminários, as aulas intermináveis, o Capez, o Venosa e o de Moraes.
"Férias, feriados e derivados, voltem logo!", ela ordena!
Pior: ela baixou um cd de qualidade duvidosa, só porque o mesmo traz retratos da infância (aquela mesma descrita aqui dias atrás).
E a menina agora se desespera com as aulas que estão pra começar; os seminários, as aulas intermináveis, o Capez, o Venosa e o de Moraes.
"Férias, feriados e derivados, voltem logo!", ela ordena!
sábado, 28 de julho de 2007
"Meu Deus que homem forte!"
Certas músicas carregam uma sonoridade muito boa, tenho um frio na espinha só de ouví-las.
E foi assim com Nos seus Olhos, eu recebi a música, não dei muita importância e considerei que seria só mais uma...
Depois de ouvir um determinado trecho, a força que ele carrega, tenho vontade de cortar a música e passar o dia escutando o Nando dizer "Eu leio as suas cartas, eu vejo a letra. Meu Deus que homem forte que me contempla"
Eu posso afirmar que sou movida pela força que certas sensações me dão.
E esta é uma das melhores!
E foi assim com Nos seus Olhos, eu recebi a música, não dei muita importância e considerei que seria só mais uma...
Depois de ouvir um determinado trecho, a força que ele carrega, tenho vontade de cortar a música e passar o dia escutando o Nando dizer "Eu leio as suas cartas, eu vejo a letra. Meu Deus que homem forte que me contempla"
Eu posso afirmar que sou movida pela força que certas sensações me dão.
E esta é uma das melhores!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Retratos da Infância
Criamos o hábito de varar madrugadas da semana passada pra cá, o motivo é o Fábio, meu primo de Fortaleza que veio passar uns dias aqui.
Mamãe sempre bate na porta e fica conversando conosco.
Conversa vai, conversa vem, o assunto infância veio à tona. Eu, coitada, o máximo que pude contar foi que subi no muro do vizinho pra roubar umas belas goiabas. Mamãe querendo me envergonhar, resolveu contar a bela história do pinto.
Sim, o pinto. Eu ganhei um daqueles pintinhos amarelinhos na Páscoa. Lá vou eu, bela e saltitante com o pinto, eis que com menos de uma semana, o gato da vizinha come o pinto. E minha mãe? Minha mãe diz que o pinto está gripado e foi internado em um hospital que não entrava crianças. O pior de tudo é que acreditei nisso por longos 2 (DOIS!!!) anos. Todo dia mamãe chegava com notícias do pinto.. "ah, o fulaninho (não lembro o nome) está bem, tomou uma injeção hoje".
Eu não sei porque minha mãe mentiu, acho que pelo meu histórico com gatos... errrr, eu mordi o rabo do meu gato e arranquei um pedaço quando tinha 3 anos.
E que o pinto esteja na santa paz do Senhor, amém!
Mamãe sempre bate na porta e fica conversando conosco.
Conversa vai, conversa vem, o assunto infância veio à tona. Eu, coitada, o máximo que pude contar foi que subi no muro do vizinho pra roubar umas belas goiabas. Mamãe querendo me envergonhar, resolveu contar a bela história do pinto.
Sim, o pinto. Eu ganhei um daqueles pintinhos amarelinhos na Páscoa. Lá vou eu, bela e saltitante com o pinto, eis que com menos de uma semana, o gato da vizinha come o pinto. E minha mãe? Minha mãe diz que o pinto está gripado e foi internado em um hospital que não entrava crianças. O pior de tudo é que acreditei nisso por longos 2 (DOIS!!!) anos. Todo dia mamãe chegava com notícias do pinto.. "ah, o fulaninho (não lembro o nome) está bem, tomou uma injeção hoje".
Eu não sei porque minha mãe mentiu, acho que pelo meu histórico com gatos... errrr, eu mordi o rabo do meu gato e arranquei um pedaço quando tinha 3 anos.
E que o pinto esteja na santa paz do Senhor, amém!
domingo, 15 de julho de 2007
Happy end

Costumo me perguntar o real significado do tão comentado "Final Feliz" das histórias infantis.
Assisti Shrek Terceiro ontem e tal dúvida veio à tona mais uma vez.
Quem não assistiu que me desculpe, vou ter que contar uma parte do filme.
Lá pelas tantas, depois do pai da Fiona ter morrido e do Shrek partir em busca de um sucessor para o trono, o núcleo de vilões do filme decide se reunir e planejar um feliz final pra eles. O grand finale consistia em invadir o Reino de Tão Tão Distante e fazer uma cidade à imagem e semelhança dos corações amargos.
Até aí, nenhuma novidade, mas eu esperava muito mais dos criadores de Shrek. O filme sempre consistiu em não colocar rótulos, a beleza do filme era essa.
E aí? Me diga, será que a bruxa que deu uma maçã envenanada para Branca de Neve não pode estar arrependida? Será que a princesinha tem de ser necessariamente feliz, pois casou e teve mais filhos que um coelho? Não dá pra ser feliz sendo o que você é? Tem que caber em um padrão e só com ele se atingirá o êxito?
Perdão, mas não sou tão pequena e mesquinha.
E não deixem de ver o filme apenas porque contei um pedacinho dele. Apesar dos pesares, vale o que você vai gastar com o bilhete do cinema.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Troca
Doente. Resquícios do Piauí Pop.
Mas eu não troco as risadas, pulos, músicas e amigos por nenhuma saúde de ferro.
Mas eu não troco as risadas, pulos, músicas e amigos por nenhuma saúde de ferro.
sábado, 7 de julho de 2007
A democracia da caminhada
Cansada pacas, a semana foi desgastante.
Troco de roupa, calço meu tênis, faço um rabo de cavalo e vou caminhar.
Chego à conclusão que a caminhada é a maneira mais democrática de se cuidar.
Pra começar, todos fazem. Não importa a idade, cor ou o seu peso. Crianças, jovens, idosos, pretos, brancos, amarelos, gordos, magros, sarados.
Você não precisa se trancar em uma academia quente, cheia de luzes na sua cara, nada disso. Apenas procura o calçadão mais próximo e sai andando.
Não tem personal chato dizendo que você tem que andar a 8kms/h, nem estipulando o tempo que você deve correr. Só tem você e as outras pessoas, o desejo de correr sem pressa, o pensamento solto e o restinho de sol que está se pondo em seu rosto.
Minha postura é tendenciosa, odeio academias. Odeio levantar peso, sair procurando a garrafinha de álcool e limpar o aparelho que usarei, personal dizendo que amanhã tenho que andar 3kms em 20 minutos e blablabla.
Talvez, ano que vem, eu inclua em minha listinha de promessas nunca mais entrar em uma academia.
E um viva à liberdade de escolher não puxar pesos!
Troco de roupa, calço meu tênis, faço um rabo de cavalo e vou caminhar.
Chego à conclusão que a caminhada é a maneira mais democrática de se cuidar.
Pra começar, todos fazem. Não importa a idade, cor ou o seu peso. Crianças, jovens, idosos, pretos, brancos, amarelos, gordos, magros, sarados.
Você não precisa se trancar em uma academia quente, cheia de luzes na sua cara, nada disso. Apenas procura o calçadão mais próximo e sai andando.
Não tem personal chato dizendo que você tem que andar a 8kms/h, nem estipulando o tempo que você deve correr. Só tem você e as outras pessoas, o desejo de correr sem pressa, o pensamento solto e o restinho de sol que está se pondo em seu rosto.
Minha postura é tendenciosa, odeio academias. Odeio levantar peso, sair procurando a garrafinha de álcool e limpar o aparelho que usarei, personal dizendo que amanhã tenho que andar 3kms em 20 minutos e blablabla.
Talvez, ano que vem, eu inclua em minha listinha de promessas nunca mais entrar em uma academia.
E um viva à liberdade de escolher não puxar pesos!
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